quarta-feira, 24 abr, 2024

Tokens da Agroviva integram economias circulares

 

A plataforma AGROVIVA apresenta os “utility tokens” AGROVIVA, com o objetivo de impulsionar a produção e beneficiamento de alimentos pelos pequenos produtores rurais. Esses tokens visam dinamizar a economia circular em regiões do interior do Brasil, reunindo membros de Arranjos Produtivos Locais (APLs) e promovendo a entrega de produtos saudáveis e nutritivos para as pessoas. A ideia dos tokens surgiu em 2017. Desde então tem sido fortalecida com o propósito de impulsionar a economia e criar laços sociais entre os membros dos APLs.

Os tokens AGROVIVA aceleram o processo de integração dos APLs, pois seus detentores participam do crescimento da plataforma. Isso acontece por meio de emissões direcionadas para a estruturação ideal de cada APL. Essa estruturação leva em consideração as vocações naturais, aptidões geográficas, hábitos, experiências e costumes da população local que receberá o apoio da AGROVIVA no processo de integração do APL.

À medida que o valor dos tokens AGROVIVA aumenta com a produção beneficiada desses APLs integrados, sua disseminação se torna um poderoso instrumento catalisador de relacionamentos na comunidade.

Para melhor esmiuçar o tema, a Tribuna da Imprensa conversou de forma exclusiva com o CEO da Agroviva, Rodrigo Rocha. Confira a entrevista abaixo.

 

Quais os objetivos dos “utility tokens” AGROVIVA”?

O propósito da nossa plataforma AGROVIVA é impulsionar a produção e beneficiamento de alimentos dos pequenos produtores rurais, parceiros nessa missão de entregar produtos saudáveis e nutritivos para as pessoas, dinamizando a economia circular de localidades no interior do Brasil.

 

Quando surgiu a ideia dos AGV?

Estamos construindo as premissas deste universo desde 2017, e ele vem se fortalecendo cada vez mais, a partir do entendimento sobre como dinamizar a economia e criar vínculos sociais entre membros de Arranjos Produtivos Locais, os APLs.

Os tokens AGV vieram para acelerar esse processo, pois seus detentores participam do crescimento da plataforma AGROVIVA, com emissões destinadas para se estruturar idealmente cada APL, mediante a observação de suas vocações naturais, aptidões geográficas, hábitos, experiências e costumes da população que receberá o apoio da AGROVIVA no processo de integração do APL.

O interessante é que, enquanto ocorre a maturação do valor crescente dos AGV, cuja lastro é a produção beneficiada destes APLs integrados pela AGROVIVA, sua difusão se torna um vigoroso instrumento catalizador de relacionamentos de nossa comunidade.

O desafio é o fortalecimento de um ecossistema comprometido com a inovação e a melhoria constante de práticas rurícolas sustentáveis entre os produtores de pequeno e médio portes de nosso país.

 

Além da expectativa de valorização, quais os benefícios dos AGVs?

Conforme quantidade de AGVs detidos, o acesso às áreas da plataforma AGROVIVA fica automaticamente franqueado, como: cursos e workshops, ter consultas rápidas remotas, receber cupons de descontos “cash back”; solicitação de assessorias técnicas específicas; veiculação de anúncios de produtos ou serviços no market place e assim por diante.

A expectativa é a de que, com o passar do tempo, o produtor associado, identificado por ser detentor de tokens, tenha vantagens efetivas, como: prioridade e descontos em compras de sementes, tubérculos, matrizes, fertilizantes e outros insumos diversos; ter acesso ao compartilhamento de tratores e demais implementos; contar com assessorias on line de agrônomos, veterinários, ictiofaunistas ou demais especialistas técnicos; preço justo na venda de sua produção direcionada para os CACs, para lojas conveniadas ou para demais canais de escoamento.

 

Como os AGV podem ser usados em projetos agroindustriais como, por exemplo, os CACs AGROVIVA?

Os APLs que estejam se estruturando ou já contem com uma unidade de beneficiamento agroindustrial, com seus AGV em carteira nestes CNPJs industriais, recebem o apoio da plataforma na elaboração ou revitalização da planta industrial, na identificação de fornecedores diversos, se valem do sistema AGROVIVA de agendamento de fretes, apoio na assessoria na instalação e financiamento de câmaras frias, de áreas de packing, fornos, estoques e demais pontos da planta, bem como a retaguarda para a contratação de profissionais de diversas áreas, como: recursos humanos – para recrutamento, seleção e treinamento de mão de obra; atração de stakeholders, parceiros estratégicos e investidores.

São vantagens que vão além da potencial valorização da cotação dos AGV ao longo do tempo.

 

Os “utility tokens” AGV podem ser considerados uma criptomoeda?

Não nesse estágio, mas com o amadurecimento do uso dos AVGs no cotidiano dos APLs, não será surpresa observarmos a compra e venda de máquinas industriais, de utensílios, roçadeiras, tratores, tobatas, aranhas, embalagens e outros bens com o uso de AGV. Até, eventualmente, permutas para a instalação de sistemas fotovoltaicos, torres de água e comunicação, lançamento na bolsa de mercadorias interna da plataforma com preços e condições melhores em fornecedores cadastrados na plataforma, bem melhores do que se comprassem normalmente, fora do ecossistema da AGROVIVA.

Nessa etapa mais madura, é possível pensarmos no lançamento do HECTO, uma criptomoeda que poderia integrar as diversas emissões de AGVs, e portanto, com um lastro absolutamente concreto.

 

Que desdobramentos de usos, cliente por cliente, seriam então possíveis?

– Investidores adquirentes de tokens, claro que esperam pela valorização dos AGV, mas também são engajados e sabem que estão colaborando para o desenvolvimento econômico, para a preservação do meio ambiente, paz e equilíbrio social de comunidades rurais.

– Produtores rurais cadastrados passam a contar com o apoio de uma série de benefícios que plataforma disponibiliza.

– Fornecedores de insumos de produção rural, de máquinas pesadas e implementos agrícolas; de utensílios, mobiliário e máquinas industriais passam a ter clientes regulares, formando grupos de compras coletivas que beneficiam todas as partes.

– Fabricantes diretos como os CAC, contam com assessorias, acesso a crédito, serviços de logística e frete, pedidos de clientes urbanos também cadastrados na AGROVIVA.

– A AGROVIVA acaba criando uma grande câmara de integração, que conseguem se comunicar e interagir entre si graças ao ambiente organizado pela plataforma, sobretudo agrônomos, veterinários, botânicos, ictiofaunistas, engenheiros florestais, mas também contadores, advogados, construtoras, arquitetos, hotéis, pousadas, proprietários interessados em arrendamento, escolas-técnicas, clínicas, farmácias, clubes, um verdadeiro market-place que se valerão das utilidades dos AGVs.

Todos esses clientes-parceiros-fornecedores que queiram estar listados na plataforma terão que possuir no mínimo 1 token em carteira, para serem contatados ou acessarem áreas restritas da AGROVIVA.

Na sequência, os clientes-consumidores, que basicamente são os elencados neste link:

https://agrovivaalimentos.com.br/compradores/

Como se vê, é um universo que estará sempre em expansão, a partir das vocações naturais e indicações das aptidões geográficas de cada recanto do Brasil ou de qualquer outro local do planeta.

 

E como se adquire os AGV?

Para comprar os utility tokens AGV é simples. É só se cadastrar na ApolloEx, exchange parceira da AGROVIVA, e transferir recursos através de pix, TED ou DOC para a carteira, e na sequência, dar ordem de compra do token AGV.

https://app.apolloex.io/captation/agv?aci=747a98b2-f3eb-401a-9371-aae27768ed54

 

Por Claudio Fernandes, da Tribuna da Imprensa

 

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