sábado, 13 abr, 2024

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Favelas movimentam mais de R$ 10 bi no Banco24Horas

Banco24Horas

Banco24Horas, presente na vida de 158 milhões de brasileiros e com soluções que promovem inclusão financeira, movimentou, entre janeiro e outubro deste ano, mais de R$ 10 bilhões nos caixas eletrônicos localizados em favelas de todo Brasil. Presente em mais de 250 comunidades com mais de 800 dispositivos, cerca de 62% de todos os seus equipamentos estão em regiões de residência das classes C, D e E.

Nos últimos cinco anos, o Banco24Horas chegou em 106 novas favelas. Assim, ampliou o acesso a mais de 90 soluções como saques, consultas de saldo, extratos, pagamentos, depósitos de dinheiro, recarga de celular e TV, entre outras opções. Nestas regiões, a média de transações mensal é 17% maior do que nas demais localidades.

“Nestes 41 anos, percebemos que temos um papel importante de levar acesso aos serviços financeiros para toda a população, principalmente nas periferias, que demonstram ser uma potência econômica e social. Somente em 2023, instalamos 71 caixas eletrônicos em favelas. Além de serem nossos clientes ao usarem nossos caixas, em muitos casos, também são nossos parceiros ao disponibilizar o ecossistema do Banco24Horas em seus comércios dentro das comunidades”, afirma Marcos Mazzi, gerente executivo do Banco24Horas.

 

Banco24Horas na Semana da Favela

 

No dia 4 de novembro, é comemorado o Dia da Favela e, este ano, o Banco24Horas, está patrocinando a 3ª edição da Semana da Favela em Londrina (PR), realizada de 4 a 8 de novembro de 2023 na cidade. Com o tema: “favela não é carência, é potência”, serão realizadas ações de incentivo a cultura brasileira, empreendedorismo e autonomia para às pessoas.

O evento, que tem programação em diversas cidades do País, já é tradicional no calendário da Central Única das Favelas (CUFA). Em Londrina, é uma realização do Conexões Londrina, instituição que busca fortalecer os moradores da periferia.

Na cidade, o Banco24Horas possui 75 dispositivos distribuídos por todas as regiões para atender à comunidade local. Inclusive com caixas que dispensam notas de R$ 2, R$ 5 e R$ 10. “Sabemos que é importante oferecer a opção de dinheiro físico em notas de baixa denominação, para facilitar o troco nos comércios e para que o cidadão tenha autonomia para administrar seus recursos” conclui o executivo.

 

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